She lives in Brooklyn
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Do que eu tenho medo? Deixa eu ver. Sei lá, de repente de chegar um dia e ver que foi tudo em vão, que não valeu a pena, cada gesto ou cada ação, cada investimento e concessão. Sabe aquela cena clássica no restaurante? Os dois jantando em silêncio, a mulher olhando para os lados atrás de casais iniciantes, mais felizes e vivazes que o relacionamento dela, o homem com o olhar atrás de um traseiro mais durinho. Eu tenho medo de um dia acordar e sentir que acabou.

Gabito Nunes. (via fracoamor)

É difícil dizer a verdade, e no entanto, a verdade é que ela é quem me rejeita. Foram seus comentários sem tato e as piadas cruéis sobre questões que não acho engraçadas que me toraram insensível a qualquer sinal de amor vindo de sua parte. Do mesmo modo que meu coração se retrai todas as vezes que ouço suas palavras duras, o coração dela se retraiu quando percebeu que não havia mais amor entre nós.

O Diário de Anne Frank. (via fracoamor)

Colo que acolhe, braço que envolve, palavra que conforta, silêncio que respeita, alegria que contagia, lágrima que corre, olhar que acaricia, desejo que sacia, amor que promove.

— Cora Coralina.  (via h-ey-there-delilah)

Ah se a gente soubesse o quanto o carinho salva, a atenção alimenta e a união fortalece. Não estaríamos perdendo uns aos outros todos os dias.

— Tati Bernardi.    (via h-ey-there-delilah)

Minha filha, não se envolva com amigo. Mais difícil do que iniciar o romance é terminá-lo. Não há como encerrar sem trauma, sem ressentimento, sem a crueldade da palavra exata. Ficará com medo de perder a amizade, e perderá. Não terá coragem de ser sincera como antes, e queimará o céu da boca. Não se envolva com amigo. O antigo confidente terminará sendo seu segredo, e agora, para quem contar? Acabará o amor, mas não a amizade. Ele não dará nenhum motivo para o fim da relação. Não vai traí-la. Não vai provocar ciúme. Não vai cometer indelicadezas e grosserias. O homem certo é o errado. O homem ideal é imprestável. Ele não ajudará na despedida, fugirá das discussões de relacionamento. Como chegar e falar: “A brincadeira acabou, vamos retornar ao que era antes?” Não há como regressar, a amizade não é líquida como o amor. Não é gelo que volta a ser água que volta a ser chuva que volta a ser rio. Amigo não gera nem raiva, mas pena. Não exala a sensualidade da teimosia, o suor maravilhoso da discordância. Bancará a ruptura sozinha. Ele não facilitará o testamento. Será a ogra, a monstra, a interesseira. Ele dirá: “Mas nada aconteceu, por quê? O que eu fiz?” Nada aconteceu, ele não fez nada, o fim é exatamente a monotonia do bem. O amigo é a segurança, o conforto, o pique, a trégua do pega-pega. O amigo é a previsibilidade da justiça. E o amor, minha filha, é injusto.

Fabrício Carpinejar.  (via fracoamor)

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